Dia de encontro, treinamentos e sorteio de brindes. Promoção de encontros entre os atletas e equipes para fomentar a divulgação da modalidade.
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Localização
A Comunidade Agrovila situa-se na margem direita do rio Tarumã-Mirim, afluente do rio Negro, na zona rural de Manaus (AM), dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Tupé. Fica a cerca de 20-25 km do centro urbano, acessível por barco em 1-2 horas a partir da Marina do David, com trajetos mais desafiadores na seca devido a praias, rochas e águas rasas.
Aspectos Econômicos
Os moradores vivem principalmente de agricultura de subsistência (mandioca para farinha, hortaliças como cebola, frutas como açaí, cupuaçu e pupunha), pesca, caça e extrativismo vegetal. Recebem incentivos governamentais como alevinos de tambaqui, kits para casas de farinha, mudas frutíferas e ração para piscicultura, beneficiando centenas de produtores locais. Alguns trabalham na zona urbana durante a semana, retornando nos fins de semana.
Infraestruturas
Possui acesso fluvial principal, com desafios sazonais (seca e cheia), e ramais rodoviários próximos como o Ramal do Pau Rosa (24 km). Recentemente, ganhou microssistemas de água potável (Projeto Água Boa), com purificadores e caixas de 5 mil litros atendendo até 1 mil pessoas/dia via poços ou rios, beneficiando 180-186 famílias e reduzindo doenças. Há associações comunitárias como a Associação Comunitária Agrícola Amazonino Mendes.
Escolas
A principal é a Escola Municipal Paulo Freire (ou Memorial Paulo Freire em alguns contextos), usada para projetos educacionais como inserção de orientação na selva em 2022, com mapeamento comunitário. Oferece estrutura básica com alimentação e foca no desenvolvimento local.
Museu e Cultura
O Museu da Comunidade Agrovila (ou Ecomuseu Tarumã/Memorial Paulo Freire) é gerido pelos moradores e exibe cultura material arqueológica: cerâmicas indígenas (urnas, vasos, ídolos), artefatos líticos (moedores, polidores), fósseis, vidros coloniais e itens holandeses, coletados do solo rico em terra preta. Preserva memória coletiva ribeirinha, narrativas orais sobre indígenas pré-colombianos e identidade local, com visitas turísticas.
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